Contratações dos clubes da BWIN Superliga V
A Naval 1º de Maio

A Naval é daquelas equipas estranhas: fazem um campeonato cheio de relatividades e quando chega o Benfica arrancam sempre um empate ou uma maneira de roubar ponto. É tão importante como se fosse um playoff ou algo do género.
A Naval está a reforçar-se, espero, para fazer um campeonato com outras ambições (roubar pontos ao Sporting, Porto ou Braga), e assim ficam as transferências mais actualizadas:
Dani (Algeciras)
Igor (Ribeirão)
H. Santos (Operário)
Felipe Brochieri (Palmeiras B)
Bruno Lazaroni (América)
Eanes (Coritiba)
Wandeir Oliveira (Vardar Skopje)
Tiago Freitas (Clube de Regatas do Brasil)
Chegadas mais recentes:
Marcelinho (Avaí)
Fabrício Alcântara
Rodrigo Café
De resto, temos mais algumas que entretanto foram chegando e não estando ainda nos meus ficheiros, seguem as notícias referentes:
Marcelo Silva, mais conhecido por Marcelinho, assinou nesta terça-feira um contrato com a Naval válido por três época com mas uma de opção, naquela que foi a aquisição mais cara da equipa da Figueira, cujos responsáveis recusaram, ainda assim, revelar o valor dos números em causa. O jogador já cumpriu exames médicos e, à tarde, até assistiu à vitória (3-1) da sua nova equipa sobre uma selecção do distrito da Guarda.
(a fonte é maisfutebol.pt)
Depois, a Naval apresentou mais dois novos reforços: Rodrigo Café, guarda-redes, e Fabrício Alcântara, central, já se treinaram sob as ordens de Francisco Chaló, que vê assim reforçados dois sectores com carências.
O central, que actuou durante 6 anos no futebol árabe e asiático (China), diz ter aceite o convite da Naval para “melhorar a carreira”. Alcântara define-se como “um central bom nos lances aéreos, líder em campo, sério e calmo”.
Rodrigo Café, por sua vez, mostra ambição: “Espero que esta seja uma boa montra para o futebol europeu, pois a Naval é uma das melhores oportunidades para ascender na minha carreira.” O brasileiro diz ser “um guarda-redes arrojado”, que orienta bem os companheiros na organização defensiva, sai bem nas bolas aéreas e nos cruzamentos e faz uma boa reposição.
Café espera que a Naval “consiga ficar entre os cinco primeiros, numa vaga para a UEFA, o que seria um grande prémio para a equipa”. Para isso, diz, “há condições”, pois “a Naval tem uma boa equipa”.

A Naval é daquelas equipas estranhas: fazem um campeonato cheio de relatividades e quando chega o Benfica arrancam sempre um empate ou uma maneira de roubar ponto. É tão importante como se fosse um playoff ou algo do género.
A Naval está a reforçar-se, espero, para fazer um campeonato com outras ambições (roubar pontos ao Sporting, Porto ou Braga), e assim ficam as transferências mais actualizadas:
Dani (Algeciras)
Igor (Ribeirão)
H. Santos (Operário)
Felipe Brochieri (Palmeiras B)
Bruno Lazaroni (América)
Eanes (Coritiba)
Wandeir Oliveira (Vardar Skopje)
Tiago Freitas (Clube de Regatas do Brasil)
Chegadas mais recentes:
Marcelinho (Avaí)
Fabrício Alcântara
Rodrigo Café
De resto, temos mais algumas que entretanto foram chegando e não estando ainda nos meus ficheiros, seguem as notícias referentes:
Marcelo Silva, mais conhecido por Marcelinho, assinou nesta terça-feira um contrato com a Naval válido por três época com mas uma de opção, naquela que foi a aquisição mais cara da equipa da Figueira, cujos responsáveis recusaram, ainda assim, revelar o valor dos números em causa. O jogador já cumpriu exames médicos e, à tarde, até assistiu à vitória (3-1) da sua nova equipa sobre uma selecção do distrito da Guarda.
(a fonte é maisfutebol.pt)
Depois, a Naval apresentou mais dois novos reforços: Rodrigo Café, guarda-redes, e Fabrício Alcântara, central, já se treinaram sob as ordens de Francisco Chaló, que vê assim reforçados dois sectores com carências.
O central, que actuou durante 6 anos no futebol árabe e asiático (China), diz ter aceite o convite da Naval para “melhorar a carreira”. Alcântara define-se como “um central bom nos lances aéreos, líder em campo, sério e calmo”.
Rodrigo Café, por sua vez, mostra ambição: “Espero que esta seja uma boa montra para o futebol europeu, pois a Naval é uma das melhores oportunidades para ascender na minha carreira.” O brasileiro diz ser “um guarda-redes arrojado”, que orienta bem os companheiros na organização defensiva, sai bem nas bolas aéreas e nos cruzamentos e faz uma boa reposição.
Café espera que a Naval “consiga ficar entre os cinco primeiros, numa vaga para a UEFA, o que seria um grande prémio para a equipa”. Para isso, diz, “há condições”, pois “a Naval tem uma boa equipa”.



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